Emily Armstrong admitiu que a ideia de assumir parte do catálogo do Linkin Park foi um pouco intimidante no início. “Você vê isso no documentário [Unshatter], onde eu fico pensando: ‘Será que eu levo jeito para isso?’”, disse a cantora numa entrevista à revista PEOPLE. “Você fica se dando todos os motivos para pensar: ‘Você não é boa. Todo mundo conhece essas músicas.’”

Ela chegou a confessar uma grande apreensão nos bastidores: “Você sabe que essa banda é lendária, então precisa encarar o desafio. Eu sei do que sou capaz de fazer… mas fico tipo: ‘Meu Deus, espero não estragar essa música’”

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Apesar do receio inicial, Emily decidiu que não tentaria imitar Chester Bennington: “A única coisa que eu poderia tentar com as músicas antigas é ter o mesmo impacto emocional o máximo possível… É isso que eu quero como ouvinte, como fã do Linkin Park. Eu quero sentir essa emoção. E eu pensei: ‘Ok. Acho que consigo fazer isso.’”

Para adaptar o repertório à sua voz, Emily e o novo baterista Colin Brittain passaram meses ensaiando cerca de quatro dias por semana e ajustando as tonalidades sem perder a energia original.

Hoje, a cantora celebra o momento com profunda gratidão, definindo a experiência como a realização de um sonho.

FONTE: RADIOROCK